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Relembre>> O ciclo socioeconômico da 'Manaos na era da borracha'

Manaus é uma cidade que possui contrastes mestiços de outras regiões. Não é a toa que deste o início do tempo da Borracha, que a capital amazonense começou a ganhar traços arquitetônicos e tradição voltada aos franceses e imigrantes de outras regiões do Brasil que chegavam para descobrir e ajudar em novas riquezas escondidas na floresta amazônica.

O período que marcou e trouxe uma maior visibilidade foi entre 1890 e 1910 (naquela época, a escrita de Manaus era Manaós. Origem pela qual, ainda hoje, vem da tribo indígena de mesmo nome, que vivia na região). A capital foi a primeira cidade do Brasil a ter produção de energia elétrica. A partir dessa época, serviços como os bondes elétricos, telefonia, abastecimento e saneamento de água, além da modernização do porto flutuante da cidade começaram a ser construídos com materiais de grande parte importada da França. Daí dando o apelido carinhoso de 'a Paris dos Trópicos'.

A infraestrutura da capital amazonense era de ótima qualidade e perfeição. Ruas e avenidas bem organizadas e sem lixo espalhados, sistema de tratamento de esgoto impecável, praças e jardins bem cuidados e respeitados, espaços públicos e casa de eventos com total organização.

A cidade tinha uma população ainda pequena, somada em aproximadamente 20 mil habitantes. Grande parte desses habitantes eram compostos de familiares de barões (os empresários da borracha), fazendeiros, e políticos de grande influência na região.

Em pouco tempo, Manaus ficou internacionalmente reconhecida, principalmente na área de saúde. Grandes institutos de medicina tropicais de diversos países começaram a firmar parcerias em realizar pesquisas e montar dados estratégicos, a fim de descobrir novas doenças e procurar soluções para eliminá-las.

A economia começa a crescer e transforma Manaus em ter as mesmas situações socioeconômica de Rio de Janeiro, então capital Federal na era.

Mas em 1910, a capital amazonense é surpreendida pela forte alta nos preços, devido a concorrência da produção da borracha natural, então fabricada no continente asiático.

A partir de então, a cidade entra em total decadência. Todos aqueles que conseguiram enrricar com o produto primordial da época começaram a se estagnar. A economia local entra em recessão, trazendo enormes prejuízos. Prédios e eficícios históricos entram em fase de abandono total, trazendo por fim, a era que trouxe transformação e orgulho para os manauaras.

Publicado por @jerryaraujo, com fontes de diversos sites.
Fotos: Reprodução/Arquivo/Fábio Simões


Permitida reprodução deste citada a fonte.

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